Afinal, pergunta-se: Como é uma escola inclusiva? O principal legal vem sendo cumprido? Como é o processo pedagógico inclusivo? O sistema educacional brasileiro pode ser considerado como inclusivo?
A abordagem da inclusão nas escolas se reveste de dúvidas e inseguranças por parte dos profissionais. Muitas distorções e erros se registram pelo país afora. Uma distorção significativa é a aplicação do termo inclusão escolar somente nos casos de portadores de necessidades especiais. O termo tem um significado muito mais amplo: as escolas serão efetivamente inclusivas quando acolherem, receberem e executaren um projeto pedagógico capaz de atender todas as crianças, pré adolescentes e adolescentes, dando-lhes a educação que promova a aquisição de competências e habilidades que lhes possibilite a inserção no mundo em que vivem. Esta educação precisa formá-los como cidadãos e como profissionais. MAIS DO QUE ISSO, PRECISA ATUAR para que sejam felizes.
A escola enfim, será inclusiva ao implementar um trabalho assentado na crença e na prática, com a certeza que deve nortear todo o seu trabalho: todos os alunos, independentemente de suas características pessoais são capazes de aprender, pois tem diante de si um profissional capaz de ensinar-lhe o que ele precisa aprender para ser realmente incluso como cidadão.
A execução das pessoas aos avanços tecnológicos, a existência de 14 milhões de analfabetos em nosso país, ou seja, a reversão deste quadro comprometedor com inclusão das pessoas no mundo tecnológico e letrado constitui uma das facetas da inclusão. Portanto, falta muito a ser feito para que nosso sistema educacional possa ser considerado inclusivo, mas, há, felizmente muitas escolas que, apesar das dificuldades inclui seus alunos no mundo do conhecimento, das artes, da ciência e da matemática, para que figurem como cidadãos íntegros.
Texto adaptado de Albertina Salazar, Consultora Pedagógica. albertina escreveu este texto especialmente para o Jornal CER em Ação
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| Albertina e seu filho Felipe Salazar |

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