AUTO ESTIMA
Tire as teias da mágoa da infância
"Sua sombrancelha é bonita"...
Essa foi a única frase que eu ouvi da minha tia avó, freira, que veio nos visitar depois de muito tempo e pediu para que eu tirasse o cabelo da cara para ver meu rosto. Eu devia ter uns 11 anos. Naquele momento eu constatei o que eu já sabia: Eu era feia!
Sim, a infância pode ser cruel e a minha não ficou muito longe disso. E o que acontece de ruim por lá, principalmente o que vem das mensagens e atitudes de quem você ama, grudarão na sua memória como aqueles cracas do navio naufragado. É nessa hora que você constrói ou não o seu valor.
Então, não adianta alguém chegar, te olhar nos olhos e dizer: "Baixa auto estima? Mas você é bonita, inteligente e bem sucedida", por que se você teve uma infância "meiabocation" isso de nada vai adiantar. E a pessoa vai ficar sem entender mesmo e deixa pra lá. Marcas que nem o melhor do Photoshop disfarça.
Eu levei vários outros "toins" nessa fase da vida: A rejeição de M. D. (meu primeiro amor platônico), o professor de História, que me chamava de 'feiura" na hora da chamada, o pônei que meu pai me prometeu aos 09 anos (com que sonhei tantas noites e nunca chegou), o bullying dos colegas de classe porque minha família não tinha grana na época, o sofrimento da minha mãe que se contentava com as migalhas de amor que meu pai dava e por ai vai...
Portanto, se é para começar a aumentar a auto estima, a gente tem que se jogar no sótão da infância e dar uma boa limpada nessas mágoas empoiradas e cheias de ácaros lá de trás. E ai, como dói!
Então, vamos lá enfrentar esta parada. Dói mas, liberta.
Gisela Rao
Autora do Livro 'Não comi, não rezei, mas, me amei'
O Centro Educacional Rogêdo é uma escola particular com 26 anos de existência na área pedagógica em Belo Horizonte.
Somos uma escola regular com uma proposta de atendimento aos alunos mais individualizado e buscamos a inclusão dos que apresentam algum tipo de dificuldade de aprendizagem.
O blog 'Abre Coração' foi criado numa perspectiva de apoiar a todas as pessoas que se interessam por esta proposta inclusiva.
Estamos localizados à rua Areado, 230 - Carlos Prates / (31) 2512-3950
Somos uma escola regular com uma proposta de atendimento aos alunos mais individualizado e buscamos a inclusão dos que apresentam algum tipo de dificuldade de aprendizagem.
O blog 'Abre Coração' foi criado numa perspectiva de apoiar a todas as pessoas que se interessam por esta proposta inclusiva.
Estamos localizados à rua Areado, 230 - Carlos Prates / (31) 2512-3950
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Escola INCLUSIVA? Educação INCLUSIVA?
INCLUIR pelo dicionário, dentre outros sentidos, é "fazer parte, pertencer, estar junto com outros". E, pela Legislação Federal que estabelece os princípios reguladores da educação básica nacional foi recomendado que os portadores de necessidades especiais frequentem escolas regulares destinadas ao atendimento dos alunos de educação infantil, ensinos fundamental e médio. Dede então, a questão da inclusão está presente na pauta de educadores de rede pública e privada.
Afinal, pergunta-se: Como é uma escola inclusiva? O principal legal vem sendo cumprido? Como é o processo pedagógico inclusivo? O sistema educacional brasileiro pode ser considerado como inclusivo?
A abordagem da inclusão nas escolas se reveste de dúvidas e inseguranças por parte dos profissionais. Muitas distorções e erros se registram pelo país afora. Uma distorção significativa é a aplicação do termo inclusão escolar somente nos casos de portadores de necessidades especiais. O termo tem um significado muito mais amplo: as escolas serão efetivamente inclusivas quando acolherem, receberem e executaren um projeto pedagógico capaz de atender todas as crianças, pré adolescentes e adolescentes, dando-lhes a educação que promova a aquisição de competências e habilidades que lhes possibilite a inserção no mundo em que vivem. Esta educação precisa formá-los como cidadãos e como profissionais. MAIS DO QUE ISSO, PRECISA ATUAR para que sejam felizes.
A escola enfim, será inclusiva ao implementar um trabalho assentado na crença e na prática, com a certeza que deve nortear todo o seu trabalho: todos os alunos, independentemente de suas características pessoais são capazes de aprender, pois tem diante de si um profissional capaz de ensinar-lhe o que ele precisa aprender para ser realmente incluso como cidadão.
A execução das pessoas aos avanços tecnológicos, a existência de 14 milhões de analfabetos em nosso país, ou seja, a reversão deste quadro comprometedor com inclusão das pessoas no mundo tecnológico e letrado constitui uma das facetas da inclusão. Portanto, falta muito a ser feito para que nosso sistema educacional possa ser considerado inclusivo, mas, há, felizmente muitas escolas que, apesar das dificuldades inclui seus alunos no mundo do conhecimento, das artes, da ciência e da matemática, para que figurem como cidadãos íntegros.
Texto adaptado de Albertina Salazar, Consultora Pedagógica. albertina escreveu este texto especialmente para o Jornal CER em Ação
Afinal, pergunta-se: Como é uma escola inclusiva? O principal legal vem sendo cumprido? Como é o processo pedagógico inclusivo? O sistema educacional brasileiro pode ser considerado como inclusivo?
A abordagem da inclusão nas escolas se reveste de dúvidas e inseguranças por parte dos profissionais. Muitas distorções e erros se registram pelo país afora. Uma distorção significativa é a aplicação do termo inclusão escolar somente nos casos de portadores de necessidades especiais. O termo tem um significado muito mais amplo: as escolas serão efetivamente inclusivas quando acolherem, receberem e executaren um projeto pedagógico capaz de atender todas as crianças, pré adolescentes e adolescentes, dando-lhes a educação que promova a aquisição de competências e habilidades que lhes possibilite a inserção no mundo em que vivem. Esta educação precisa formá-los como cidadãos e como profissionais. MAIS DO QUE ISSO, PRECISA ATUAR para que sejam felizes.
A escola enfim, será inclusiva ao implementar um trabalho assentado na crença e na prática, com a certeza que deve nortear todo o seu trabalho: todos os alunos, independentemente de suas características pessoais são capazes de aprender, pois tem diante de si um profissional capaz de ensinar-lhe o que ele precisa aprender para ser realmente incluso como cidadão.
A execução das pessoas aos avanços tecnológicos, a existência de 14 milhões de analfabetos em nosso país, ou seja, a reversão deste quadro comprometedor com inclusão das pessoas no mundo tecnológico e letrado constitui uma das facetas da inclusão. Portanto, falta muito a ser feito para que nosso sistema educacional possa ser considerado inclusivo, mas, há, felizmente muitas escolas que, apesar das dificuldades inclui seus alunos no mundo do conhecimento, das artes, da ciência e da matemática, para que figurem como cidadãos íntegros.
Texto adaptado de Albertina Salazar, Consultora Pedagógica. albertina escreveu este texto especialmente para o Jornal CER em Ação
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| Albertina e seu filho Felipe Salazar |
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Uma grande familia
O que representa um colégio na vida de um adolescente?
"Representa uma ponte para uma nova vida acadêmica e profissional.
Mas, particularmente para nós no Rogêdo há marcas diferentes: a afetividade e o aprender a lidar com as diferenças significam mais do que uma ponte, uma rede..."
Que diferenças são essas?
"Logo quando entramos, percebemos a interatividade entre alunos e todos os funcionários. Por exemplo: um dos professores do colégio solicitou-nos a lista de endereços para continuar acompanhando nosso rendimento depois da formatura.
Em geral, o que marca o relacionamento no colégio é uma interação, uma afetividade, uma importância que se dá a cada pessoa, revelado no diálogo, na atenção, no cuidado, no respeito, na igualdade de tratamento entre todos os alunos, incluindo as pessoas especiais.
Percebemos também a diferença em relação à coordenadora, sentimo-nos importantes quando ela pergunta como estamos, como está nosso rendimento. Essa percepção passa uma sensação que pertencemos a uma grande família.
Queremos destacar que essa preocupação com as pessoas é um comportamento presente em todos os funcionários, principalmente os professores.
Sentimos que a relação com o Rogêdo teve início educativo, em que a escola influenciou no âmbito físico, psíquico, social de nossas vidas, fazendo com que ela fosse importante não somente em termos de aprendizagem de conteúdos, mas também na formação prática para a vida.
Essa formação prática, vivemos diariamente quando temos que aprender a lidar com as diferenças de toda orden, quando a relação entre alunos e funcionários ensina que pertencemos a um grande grupo de iguais. A família Rogêdo."
"Representa uma ponte para uma nova vida acadêmica e profissional.
Mas, particularmente para nós no Rogêdo há marcas diferentes: a afetividade e o aprender a lidar com as diferenças significam mais do que uma ponte, uma rede..."
Que diferenças são essas?
"Logo quando entramos, percebemos a interatividade entre alunos e todos os funcionários. Por exemplo: um dos professores do colégio solicitou-nos a lista de endereços para continuar acompanhando nosso rendimento depois da formatura.
Em geral, o que marca o relacionamento no colégio é uma interação, uma afetividade, uma importância que se dá a cada pessoa, revelado no diálogo, na atenção, no cuidado, no respeito, na igualdade de tratamento entre todos os alunos, incluindo as pessoas especiais.
Percebemos também a diferença em relação à coordenadora, sentimo-nos importantes quando ela pergunta como estamos, como está nosso rendimento. Essa percepção passa uma sensação que pertencemos a uma grande família.
Queremos destacar que essa preocupação com as pessoas é um comportamento presente em todos os funcionários, principalmente os professores.
Sentimos que a relação com o Rogêdo teve início educativo, em que a escola influenciou no âmbito físico, psíquico, social de nossas vidas, fazendo com que ela fosse importante não somente em termos de aprendizagem de conteúdos, mas também na formação prática para a vida.
Essa formação prática, vivemos diariamente quando temos que aprender a lidar com as diferenças de toda orden, quando a relação entre alunos e funcionários ensina que pertencemos a um grande grupo de iguais. A família Rogêdo."
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| Igor Ventura, Luiza Cristina, Vinícius Monteiro - 3º ano / Ensino Médio e Graça Couto |
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